{"id":8331,"date":"2024-11-19T08:52:42","date_gmt":"2024-11-19T12:52:42","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/?p=8331"},"modified":"2024-11-19T08:52:45","modified_gmt":"2024-11-19T12:52:45","slug":"sustentabilidade-florestas-plantadas-em-ms-contribuem-para-a-meta-de-carbono-neutro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/2024\/11\/19\/sustentabilidade-florestas-plantadas-em-ms-contribuem-para-a-meta-de-carbono-neutro\/","title":{"rendered":"Sustentabilidade: florestas plantadas em MS contribuem para a meta de carbono neutro"},"content":{"rendered":"\n<p>A engenheira agr\u00f4noma Larissa Pereira Ribeiro Teodoro participa de uma pesquisa in\u00e9dita financiada pela Fundect (Funda\u00e7\u00e3o de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ci\u00eancia e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) e que revela a contribui\u00e7\u00e3o que florestas plantadas de eucalipto podem dar para que Mato Grosso do Sul alcance a meta de ser carbono neutro at\u00e9 2030. O estudo&nbsp; tamb\u00e9m confirma que a diversidade microbiol\u00f3gica do solo n\u00e3o \u00e9 afetada pela cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Este resultado gerou um artigo, que projetou o Mato Grosso do Sul em uma das revistas cient\u00edficas mais importantes da Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ap\u00f3s dois anos de estudo, novamente se comprovou que a cultura de eucalipto emitiu menos CO2, quando comparado aos outros usos tamb\u00e9m avaliados e de forma similar \u00e0 mata nativa. Isto \u00e9 um resultado muito importante quando a gente pensa em termos de estrat\u00e9gias econ\u00f4micas, que aliam economia e sustentabilidade para o Estado&#8221;, avalia a pesquisadora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), no campus Chapad\u00e3o do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra informa\u00e7\u00e3o importante indicada pelo estudo que a doutora em Gen\u00e9tica e Melhoramento participa diz respeito \u00e0 diversidade microbiol\u00f3gica do solo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright\"><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-20240118-WA0040-1.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-20240118-WA0040-1-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-496277\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>&#8220;Muitos defendem que culturas agr\u00edcolas podem afetar e diminuir a diversidade microbiol\u00f3gica do solo. O que seria algo extremamente mal\u00e9fico para o meio ambiente, at\u00e9 porque os microrganismos fazem parte de todo esse balan\u00e7o de carbono. Por\u00e9m, foi observado [na cultura de eucaliptos] que a diversidade \u00e9 muito similar a \u00e1reas que nunca sofreram antropiza\u00e7\u00e3o como a uma mata nativa. Ou seja, sem a\u00e7\u00e3o humana sobre a natureza&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora ainda enfatiza a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas nativas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A vegeta\u00e7\u00e3o nativa \u00e9 de extrema relev\u00e2ncia para a biodiversidade e tamb\u00e9m para alcan\u00e7armos as metas de neutralidade de carbono. Nossos resultados visam contribuir para criar estrat\u00e9gias mais sustent\u00e1veis dentro do setor agropecu\u00e1rio e florestal, substituindo sistemas de produ\u00e7\u00e3o com maior emiss\u00e3o de carbono, como pastagens degradadas, ou aumentar as \u00e1reas em sistemas de integra\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria-floresta ou lavoura-pecu\u00e1ria-floresta. Todos caminhos promissores&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O projeto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto, financiado pela Fundect \u00e9 liderado pelos professores Paulo Teodoro, da UFMS, e Carlos Antonio Silva Junior, da Unemat\/Sinop (Universidade do Estado de Mato Grosso).<\/p>\n\n\n\n<p>Muito elogiado por especialistas, o estudo foi publicado no peri\u00f3dico <em>Journal of Cleaner Production<\/em>, que \u00e9 publicada pela editora holandesa Elsevier, especializada em conte\u00fado cient\u00edfico e sustent\u00e1vel, t\u00e9cnico e m\u00e9dico. O artigo cient\u00edfico na revista projetou Mato Grosso do Sul como sendo pioneiro em elabora\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-20240819-WA0025-1.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-20240819-WA0025-1-1024x768.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-20240118-WA0045-2.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-20240118-WA0045-2-1024x766.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Recentemente, Larissa Ribeiro recebeu um pr\u00eamio Funda\u00e7\u00e3o Bunge, considerado um dos mais prestigiados reconhecimentos de m\u00e9rito cient\u00edfico do Brasil na \u00e1rea de agropecu\u00e1ria. Ela venceu na categoria Juventude. A premia\u00e7\u00e3o foi conquistada pelo trabalho da pesquisadora em diversos projetos, incluindo o intitulado &#8216;Predi\u00e7\u00e3o do fluxo de CO2 e desempenho fisiol\u00f3gico de soja utilizando aprendizagem de m\u00e1quina e sensor hiperespectral&#8217;, desenvolvido com o apoio da Fundect.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja <a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Soil-CO2-emissions-under-different-land-use-managements-in-Mato-Grosso.pdf\">neste link o artigo (em ingl\u00eas) publicado na revista cient\u00edfica<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Alexandre Gonzaga, Comunica\u00e7\u00e3o Governo de MS<br><\/em><em>Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A engenheira agr\u00f4noma Larissa Pereira Ribeiro Teodoro participa de uma pesquisa in\u00e9dita financiada pela Fundect (Funda\u00e7\u00e3o de Apoio ao Desenvolvimento<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8332,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-8331","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8331","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8331"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8331\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8333,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8331\/revisions\/8333"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8332"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8331"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8331"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}