{"id":2512,"date":"2023-08-23T10:46:03","date_gmt":"2023-08-23T14:46:03","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/?p=2512"},"modified":"2023-08-23T10:46:04","modified_gmt":"2023-08-23T14:46:04","slug":"um-em-cada-cinco-jovens-entre-18-e-24-anos-ja-usou-cigarro-eletronico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/2023\/08\/23\/um-em-cada-cinco-jovens-entre-18-e-24-anos-ja-usou-cigarro-eletronico\/","title":{"rendered":"Um em cada cinco jovens entre 18 e 24 anos j\u00e1 usou cigarro eletr\u00f4nico"},"content":{"rendered":"\n<p>Nos <strong>cigarros<\/strong> convencionais, as pr\u00f3prias embalagens j\u00e1 trazem a informa\u00e7\u00e3o sobre os malef\u00edcios que os fumantes podem sofrer. J\u00e1 os <a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/tag\/cigarro-eletronico\"><strong>cigarros eletr\u00f4nicos<\/strong><\/a> nem mesmo s\u00e3o liberados no Brasil. Um estudo da <a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/tag\/ufpel\"><strong>Universidade Federal de Pelotas<\/strong><\/a> (UFPEL) em todo o territ\u00f3rio nacional, com mais de 10 mil pessoas, identificou que <strong>20% dos jovens entre 18 e 24 anos j\u00e1 usaram<\/strong> os \u201cvapes\u201d. Quando a faixa de idade \u00e9 de 25 a 34 anos, o \u00edndice fica em 10%. Acima dos 35 anos, o percentual foi de 3%; e, acima de 60, 1,3%. At\u00e9 mesmo menores de idade est\u00e3o consumindo os dispositivos com a <strong>falsa sensa\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o fazem mal<\/strong>, conforme o m\u00e9dico pneumologista <strong>Jos\u00e9 Carlos de Jesus<\/strong>. \u201cNo consult\u00f3rio \u00e9 bem corriqueiro receber pais trazendo seus filhos de 13 ou 14 anos que est\u00e3o utilizando o cigarro eletr\u00f4nico, pois acreditam que n\u00e3o faz mal\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um mito segundo o qual esses aparelhos podem ajudar pessoas a pararem de fumar. Jesus, no entanto, destaca que um estudo destinado a analisar se os cigarros eletr\u00f4nicos s\u00e3o eficazes para atenuar o v\u00edcio foi interrompido, justamente pelos <strong>preju\u00edzos causados \u00e0 sa\u00fade<\/strong>. \u201cA nicotina na forma liquida, como \u00e9 encontrada nos cigarros eletr\u00f4nicos, \u00e9 mais absorv\u00edvel nos pulm\u00f5es quando inalada. Isso faz com que a pessoa fique mais dependente. Em 2005, foi feito um estudo na Europa tentando usar a estrat\u00e9gia de se parar de fumar com o cigarro eletr\u00f4nico. O que se viu foi justamente o contr\u00e1rio: esse estudo precisou ser interrompido, porque as pessoas&nbsp; que estavam utilizando o cigarro eletr\u00f4nico estavam ficando mais dependentes ainda da nicotina\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Um artigo publicado este ano no \u201c<strong>Jornal Brasileiro de Pneumologia<\/strong>\u201d aponta tamb\u00e9m que a popularidade dos <strong>vapes<\/strong> tende a acompanhar a escolaridade dos usu\u00e1rios. Entre pessoas que possuem entre 9 e 11 anos de escolariza\u00e7\u00e3o, mais de 11% j\u00e1 experimentaram a modalidade. Entre aqueles com mais de 12 anos, o percentual dos que afirmaram usar o cigarro eletr\u00f4nico foi de 8,4%. J\u00e1 entre os entrevistados que estudaram por at\u00e9 oito anos, o percentual foi de 5%. Quando aplicado um <strong>recorte de g\u00eanero<\/strong> nas an\u00e1lises, constatou-se que mais de 10% dos homens j\u00e1 fumaram por meio do vape, enquanto entre as mulheres esse percentual ficava um pouco abaixo de 5%.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Jovem Pan<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos cigarros convencionais, as pr\u00f3prias embalagens j\u00e1 trazem a informa\u00e7\u00e3o sobre os malef\u00edcios que os fumantes podem sofrer. 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