{"id":2388,"date":"2023-08-14T07:54:08","date_gmt":"2023-08-14T11:54:08","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/?p=2388"},"modified":"2023-08-14T07:54:10","modified_gmt":"2023-08-14T11:54:10","slug":"bomba-justica-do-trabalho-nao-reconhece-decisao-do-stf-e-ministro-veem-afronta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/2023\/08\/14\/bomba-justica-do-trabalho-nao-reconhece-decisao-do-stf-e-ministro-veem-afronta\/","title":{"rendered":"BOMBA: Justi\u00e7a do Trabalho n\u00e3o reconhece decis\u00e3o do STF e ministro veem afronta"},"content":{"rendered":"\n<p><div class=\"container\" dir=\"ltr\" lang=\"pt_BR\"><div class=\"content\"><div class=\"moz-reader-content reader-show-element\"><div id=\"readability-page-1\" class=\"page\"><div><p>A Justi\u00e7a do Trabalho dribla a jurisprud\u00eancia do STF (Supremo  Tribunal Federal). Ju\u00edzes defendem a carteira assinada, enquanto  ministros do Supremo derrubam decis\u00f5es contra as chamadas terceiriza\u00e7\u00e3o,  pejotiza\u00e7\u00e3o e uberiza\u00e7\u00e3o. Trata-se de contratos al\u00e9m do previsto na CLT (Consolida\u00e7\u00e3o das Leis  do Trabalho). Ap\u00f3s o STF reconhecer a terceiriza\u00e7\u00e3o irrestrita,  ministros negam v\u00ednculo de emprego a profissionais que atuam como  pessoas jur\u00eddicas \u2014os &#8220;PJs&#8221;. H\u00e1 casos ainda que envolvem m\u00e9dicos, advogados, corretores de  im\u00f3veis, al\u00e9m de franqueados e motoristas de aplicativo. Para ministros  do STF, magistrados do trabalho ignoram precedentes da corte de  cumprimento obrigat\u00f3rio. Senten\u00e7as de ju\u00edzes, desembargadores e integrantes do TST (Tribunal  Superior do Trabalho), consideradas ultrapassadas e afrontosas, passaram  a ser cassadas. Procurado, o TST n\u00e3o se manifestou. A Anamatra (Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Magistrados da Justi\u00e7a do  Trabalho) diz que a jurisprud\u00eancia n\u00e3o \u00e9 ignorada, alerta para fraudes e  afirma que decis\u00f5es do STF causam &#8220;abalo&#8221;. No dia 1\u00ba de agosto, Gilmar Mendes mandou recado: &#8220;Ao fim e ao cabo, a  engenharia social que a Justi\u00e7a do Trabalho tem pretendido realizar n\u00e3o  passa de uma tentativa in\u00f3cua de frustrar a evolu\u00e7\u00e3o dos meios de  produ\u00e7\u00e3o&#8221;. O ministro cassou o v\u00ednculo de emprego entre uma advogada associada e  um escrit\u00f3rio, o que implicava direitos como f\u00e9rias e 13\u00ba sal\u00e1rio. A  a\u00e7\u00e3o corre no TRT-3 (Tribunal Regional do Trabalho da 3\u00aa Regi\u00e3o), de  Minas Gerais. O Supremo tem recebido reclama\u00e7\u00f5es contra senten\u00e7as trabalhistas,  como a julgada por Gilmar e tamb\u00e9m pelas Primeira e Segunda Turmas. No  recurso, uma das partes se queixa de uma decis\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0  jurisprud\u00eancia da corte. Os casos chegam ao STF de todo o pa\u00eds, sobretudo de estados com os  maiores TRTs (Tribunais Regionais do Trabalho), como S\u00e3o Paulo, Rio de  Janeiro e Bahia. Foram derrubadas tamb\u00e9m decis\u00f5es do TST. A conclus\u00e3o adotada pela decis\u00e3o reclamada [do TRT-3] acabou por  contrariar os resultados produzidos nos paradigmas invocados, a sugerir,  consequentemente, o restabelecimento da autoridade desta corte Na senten\u00e7a deste m\u00eas, Gilmar reitera posicionamento de que, na sua  avalia\u00e7\u00e3o, a corte trabalhista &#8220;tem colocado s\u00e9rios entraves a op\u00e7\u00f5es  pol\u00edticas chanceladas pelo Executivo e pelo Legislativo&#8221;. Segundo ele, &#8220;a inseguran\u00e7a jur\u00eddica e o embate institucional entre  um tribunal superior e o poder pol\u00edtico&#8221; levam a &#8220;resultados que n\u00e3o  contribuem em nada para os avan\u00e7os econ\u00f4micos e sociais&#8221;. A decis\u00e3o reclamada ofendeu o decidido nos paradigmas invocados nos  quais se reconheceu a licitude de outras formas de organiza\u00e7\u00e3o da  produ\u00e7\u00e3o e de pactua\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho Antes de Gilmar, em maio, o ministro Lu\u00eds Roberto Barroso tamb\u00e9m  chamou a aten\u00e7\u00e3o para o desrespeito ao STF, em reclama\u00e7\u00e3o contra o TST e  o TRT-14, que engloba Rond\u00f4nia e Acre. Mais uma vez, o caso envolve a  rela\u00e7\u00e3o entre uma advogada aut\u00f4noma e um escrit\u00f3rio. &#8220;A decis\u00e3o reclamada ofendeu o decidido nos paradigmas invocados  [jurisprud\u00eancia] nos quais se reconheceu a licitude de outras formas de  organiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e de pactua\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho&#8221;, diz  Barroso. J\u00e1 uma decis\u00e3o de Alexandre de Moraes causou rebuli\u00e7o na \u00e1rea  trabalhista, em maio. Ele derrubou o v\u00ednculo de emprego entre um  motorista de aplicativo e uma plataforma, al\u00e9m de remeter o processo \u00e0  Justi\u00e7a comum. De acordo com o ministro, &#8220;verifica-se a posi\u00e7\u00e3o reiterada da corte  [Supremo] no sentido da permiss\u00e3o constitucional de formas alternativas  da rela\u00e7\u00e3o de emprego&#8221;. Ministra e ex-presidente do TST, Maria Cristina Peduzzi afirma que o  STF tem captado os impactos do desenvolvimento tecnol\u00f3gico e o  surgimento de novos tipos de trabalhadores, que demandam prote\u00e7\u00e3o legal  al\u00e9m da CLT. &#8220;A dificuldade para estabelecer a natureza jur\u00eddica desses novos  v\u00ednculos e a tradi\u00e7\u00e3o de se presumir, na Justi\u00e7a do Trabalho, que \u00e9  empregado quem trabalha, at\u00e9 prova em contr\u00e1rio, vem gerando vivo  debate, inclusive quanto \u00e0 compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho&#8221;, diz  Peduzzi.<\/p><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/p>\n\n\n\n<p>Para a ex-presidente do TST, a decis\u00e3o de Moraes em rela\u00e7\u00e3o ao caso da uberiza\u00e7\u00e3o &#8220;tem justificativa nesse contexto e nessa realidade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>No STF, por\u00e9m, h\u00e1 diverg\u00eancias e at\u00e9 mudan\u00e7as de entendimento. Luiz Fux, por exemplo, voltou atr\u00e1s em um caso sobre pejotiza\u00e7\u00e3o. Edson Fachin e Rosa Weber, por sua vez, defendem, nos casos avaliados por eles, manter as decis\u00f5es trabalhistas contra a pejotiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim de junho, Fachin foi voto vencido na Segunda Turma durante a an\u00e1lise de uma reclama\u00e7\u00e3o contra o v\u00ednculo de emprego entre um m\u00e9dico e um hospital de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Constata-se que a discuss\u00e3o acerca da possibilidade do reconhecimento de v\u00ednculo do obreiro diretamente com a empresa contratante no caso da constata\u00e7\u00e3o do uso de pessoa jur\u00eddica com o fito de mascarar a rela\u00e7\u00e3o de emprego e, com isso, fraudar a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, como na hip\u00f3tese dos autos, n\u00e3o foi analisada no julgamento da ADPF [a\u00e7\u00e3o de descumprimento de preceito fundamental] 324 [que reconheceu a terceiriza\u00e7\u00e3o]&#8221;, escreve Fachin.<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado derrubou, ao fim, o v\u00ednculo de emprego.<\/p>\n\n\n\n<p>Advogado no caso e professor titular aposentado de direito do trabalho da USP, Nelson Mannrich diz que a decis\u00e3o da Segunda Turma traz seguran\u00e7a jur\u00eddica e se alinha a precedentes tamb\u00e9m da Primeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele destaca que os ministros citam a tese da ADPF 324, que trata da terceiriza\u00e7\u00e3o, e o tema 725, que, em um recurso extraordin\u00e1rio com repercuss\u00e3o geral \u2014que deve ser seguida em outras a\u00e7\u00f5es sobre o assunto\u2014, reconheceu l\u00edcita &#8220;qualquer forma de divis\u00e3o do trabalho entre pessoas jur\u00eddicas distintas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Como parte significativa da Justi\u00e7a do Trabalho insiste em ignorar as mudan\u00e7as que v\u00eam ocorrendo, coube ao STF reconhecer a exist\u00eancia e legitimidade de diferentes formas de trabalho&#8221;, afirma Mannrich.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com ele, se constatada a fraude trabalhista, a terceiriza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 considerada nula. No entanto, h\u00e1 a invers\u00e3o do \u00f4nus da prova.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O que muda \u00e9 que, no novo paradigma desenhado pelo STF, a presun\u00e7\u00e3o se opera em favor da licitude, n\u00e3o mais da fraude&#8221;, diz. &#8220;A mensagem do STF \u00e0 Justi\u00e7a do Trabalho \u00e9 clara: existe trabalho digno sob outras formas jur\u00eddicas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">ENVIO DE CASOS PARA VARAS COMUNS PREOCUPA ADVOGADOS<\/h4>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o da compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho preocupa advogados e ju\u00edzes. Desde a reforma do Judici\u00e1rio, em 2004, a Constitui\u00e7\u00e3o passou a dizer que cabe a esse ramo da Justi\u00e7a analisar as rela\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes, pelo texto de 1988, a compet\u00eancia restringia-se \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de emprego. Ao longo dos anos, por\u00e9m, temas reivindicados pela Justi\u00e7a do Trabalho migraram para a Justi\u00e7a comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Moraes, por exemplo, fez isso no caso do motorista de aplicativo. Por\u00e9m, a decis\u00e3o monocr\u00e1tica n\u00e3o \u00e9 vinculante.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, entidades como a OAB-SP e OAB-DF (Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; Seccionais de S\u00e3o Paulo e do Distrito Federal) divulgaram notas p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A decis\u00e3o monocr\u00e1tica proferida na reclama\u00e7\u00e3o constitucional compromete a pr\u00f3pria exist\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho&#8221;, diz o documento assinado pelo presidente da OAB-DF, D\u00e9lio Lins e Silva J\u00fanior.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao lado de mais oito entidades da advocacia, a OAB-SP afirma vir a p\u00fablico para &#8220;externar perplexidade&#8221;. A decis\u00e3o, de acordo com signat\u00e1rios, denota &#8220;preocupante tentativa de esvaziamento da Justi\u00e7a do Trabalho&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Negar o v\u00ednculo de emprego, para Ricardo Calcini, professor, advogado e s\u00f3cio-diretor do Calcini Advogados, n\u00e3o deveria implicar a rejei\u00e7\u00e3o ou restri\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, a atual jurisprud\u00eancia tem levado, no entanto, a um novo olhar sobre o direito do trabalho. &#8220;Esse movimento, ao que tudo indica, afastar\u00e1 o cl\u00e1ssico enquadramento pelo v\u00ednculo empregat\u00edcio&#8221;, afirma Calcini.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, para o professor, em casos de fraude, deve-se estabelecer a rela\u00e7\u00e3o de emprego, sendo exce\u00e7\u00e3o apenas os casos julgados pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Calcini, existe hoje um perfil liberal na economia na corte em detrimento da vis\u00e3o da Justi\u00e7a do Trabalho, considerada mais protetiva. Para ele, h\u00e1 ru\u00eddos, e os casos ainda poder\u00e3o chegar ao plen\u00e1rio do Supremo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">DECIS\u00d5ES DO SUPREMO CAUSAM ABALO, DIZ PRESIDENTE DE ASSOCIA\u00c7\u00c3O DE JU\u00cdZES<\/h4>\n\n\n\n<p>Decis\u00f5es em s\u00e9rie do STF (Supremo Tribunal Federal) contra o reconhecimento de v\u00ednculo de emprego p\u00f5em a Anamatra (Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Magistrados da Justi\u00e7a do Trabalho) em alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isso tudo significa um grande abalo na Justi\u00e7a do Trabalho, que tem sua compet\u00eancia definida pela Constitui\u00e7\u00e3o e que possui relevante fun\u00e7\u00e3o social&#8221;, afirma Luciana Conforti, presidente da entidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Em casos como o da decis\u00e3o de Alexandre de Moraes, que derrubou o v\u00ednculo de emprego de motorista de aplicativo e remeteu a a\u00e7\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a comum, a ju\u00edza diz que a reclama\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o instrumento mais adequado para contesta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, a Justi\u00e7a do Trabalho &#8220;n\u00e3o pode ter a compet\u00eancia restringida por situa\u00e7\u00f5es que absolutamente n\u00e3o dizem respeito a precedentes vinculantes do STF, principalmente por reclama\u00e7\u00f5es constitucionais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforti, em posicionamento enviado via assessoria de imprensa, nega que ju\u00edzes, desembargadores e ministros do TST (Tribunal Superior do Trabalho) ignorem a jurisprud\u00eancia do Supremo sobre a terceiriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os magistrados do trabalho decidem em conformidade estrita com os precedentes vinculantes do STF. Em raz\u00e3o disso, n\u00e3o se questiona mais a legalidade da terceiriza\u00e7\u00e3o em atividade-fim&#8221;, diz a ju\u00edza.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, \u00e9 leg\u00edtimo a Justi\u00e7a do Trabalho declarar a ilegalidade de contratos. &#8220;Na decis\u00e3o do STF sobre a terceiriza\u00e7\u00e3o, foi deixado claro nos fundamentos que casos de fraude continuariam a ser apreciados&#8221;, afirma Conforti.<\/p>\n\n\n\n<p>Cabe ainda ao ramo especializado do Judici\u00e1rio, de acordo com ela, avaliar as rela\u00e7\u00f5es de trabalho, al\u00e9m das de emprego.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A principal quest\u00e3o \u00e9 que, em muitas dessas decis\u00f5es do STF, o precedente da terceiriza\u00e7\u00e3o tem sido o principal fundamento para afastar a compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho, o que, em nenhum momento, ficou decidido quando do pronunciamento vinculante de que n\u00e3o h\u00e1 veda\u00e7\u00e3o para a terceiriza\u00e7\u00e3o de atividade-fim&#8221;, diz a presidente da Anamatra.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforti afirma, por\u00e9m, que o Supremo exerce nesses casos &#8220;o seu livre convencimento motivado, com base na sua interpreta\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o e das leis do pa\u00eds, do mesmo modo que os tribunais e ju\u00edzes do trabalho em suas respectivas decis\u00f5es&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A ju\u00edza destaca ainda as decis\u00f5es divergentes na corte. Em rela\u00e7\u00e3o ao posicionamento de Moraes sobre a uberiza\u00e7\u00e3o, ela afirma que &#8220;n\u00e3o h\u00e1 um precedente vinculante direto neste caso&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, diante dos recados do STF, a presidente da associa\u00e7\u00e3o de magistrados diz que \u00e9 necess\u00e1rio se aproximar institucionalmente da corte. A ideia \u00e9 melhorar a rela\u00e7\u00e3o com o Supremo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Procuraremos o estreitamento de la\u00e7os com o STF e a abertura do di\u00e1logo, a fim de afastar qualquer risco de inseguran\u00e7a jur\u00eddica e para a preserva\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho e autoridade de suas decis\u00f5es&#8221;, diz Conforti.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Terra Brasil Not\u00edcias<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a do Trabalho dribla a jurisprud\u00eancia do STF (Supremo Tribunal Federal). 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