{"id":12602,"date":"2026-08-04T09:04:39","date_gmt":"2026-08-04T13:04:39","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/?p=12602"},"modified":"2026-08-04T09:04:39","modified_gmt":"2026-08-04T13:04:39","slug":"sete-dos-dez-agrotoxicos-mais-vendidos-no-brasil-sao-proibidos-na-ue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/2026\/08\/04\/sete-dos-dez-agrotoxicos-mais-vendidos-no-brasil-sao-proibidos-na-ue\/","title":{"rendered":"Sete dos dez agrot\u00f3xicos mais vendidos no Brasil s\u00e3o proibidos na UE"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos dez agrot\u00f3xicos mais vendidos no Brasil, sete s\u00e3o proibidos na Uni\u00e3o Europeia (UE), o que n\u00e3o impede que esses produtos sejam exportados por empresas europeias para o pa\u00eds. Essa condi\u00e7\u00e3o configura o chamado&nbsp;<strong>\u201ccolonialismo qu\u00edmico\u201d<\/strong>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1698291&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1698291&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 da ge\u00f3grafa Larissa Mies Bombardi, pesquisadora do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD, na sigla em franc\u00eas para&nbsp;<em>Institut de Recherche pour le D\u00e9veloppement<\/em>), sediado na Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisadora estuda o uso de agrot\u00f3xicos e conex\u00f5es com a economia global h\u00e1 cerca de 15 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela aponta que os agrot\u00f3xicos, produtos qu\u00edmicos usados na agricultura para defender as planta\u00e7\u00f5es contra pragas, doen\u00e7as e plantas daninhas, t\u00eam como consequ\u00eancia de uso impactos nocivos ao ambiente e \u00e0s sa\u00fades humana e animal, motivo pelo qual alguns s\u00e3o proibidos no exterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Larissa denuncia que&nbsp;<strong>o Brasil se submete ao colonialismo qu\u00edmico por aceitar em terras nacionais o uso de subst\u00e2ncias proibidas na UE e exportadas para c\u00e1<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cS\u00e3o proibidos porque s\u00e3o cancer\u00edgenos ou porque provocam malforma\u00e7\u00e3o fetal ou outros dist\u00farbios hormonais, ou porque provocam severos impactos no ambiente\u201d, explica.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Veja os 10 agrot\u00f3xicos mais utilizados no Brasil em 2023 e quais s\u00e3o proibidos na UE:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Glifosato e seus sais<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mancozebe \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>2,4-D \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acefato \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Clorotalonil \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Atrazina \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>S-metolacloro \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Glufosinato (sal de am\u00f4nio)<\/li>\n\n\n\n<li>Malationa<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dibrometo de Diquate \u2014 proibido na UE<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Semana de ci\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As declara\u00e7\u00f5es de Larissa Bombardi foram nesta sexta-feira (31), durante uma confer\u00eancia na 78\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), que acontece na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niter\u00f3i, Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A SBPC \u00e9 uma entidade civil, sem fins lucrativos, voltada para a defesa do avan\u00e7o cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico no pa\u00eds. A semana de semin\u00e1rios e debates reuniu&nbsp;principalmente&nbsp;estudantes, professores e pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impactos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao apontar danos ao ambiente e \u00e0 fauna, a ge\u00f3grafa cita que, no intervalo de dez anos (2009-2019), houve decl\u00ednio de 41% no n\u00famero de insetos no mundo. No caso de borboletas, chega a 53%. Os dados citados constam no estudo&nbsp;<a href=\"https:\/\/eu.boell.org\/en\/PesticideAtlas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Atlas dos Pesticidas 2022<\/a>, da&nbsp;Heinrich-B\u00f6ll-Stiftung, funda\u00e7\u00e3o ligada ao Partido Verde da Alemanha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cS\u00e3o subst\u00e2ncias que afetam os insetos e, afetando os insetos, afetam a biodiversidade, por isso que eles s\u00e3o proibidos na Uni\u00e3o Europeia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/Rc96fgSqFx37eJdXFfH4FQCG9z4=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/03\/21\/juca_ggpx_aaimg_4925.jpg?itok=Jd2hyO-z\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 21.03.2024 \u2013 Abelha africana ou africanizada (Apis mellifera scutellata), no Parque Ecol\u00f3gico do Lago Norte. - V\u00e1rias esp\u00e9cies de abelhas est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o em todo o mundo, tanto pela perda de seu habitat natural quanto pelo uso excessivo de agrot\u00f3xicos.  Foto: Juca Varella\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Juca Varella\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Abelha africana ou africanizada (Apis mellifera scutellata), no Parque Ecol\u00f3gico do Lago Norte.&nbsp;Foto:&nbsp;&nbsp;Juca Varella\/Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro exemplo apresentado \u00e9 do uso do herbicida atrazina, o sexto mais vendido no Brasil, que pode causar anomalias em anf\u00edbios, como a mudan\u00e7a de sexo em sapos, o que pode levar \u00e0 elimina\u00e7\u00e3o de f\u00eameas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cImaginem o que pode significar a elimina\u00e7\u00e3o, por exemplo, das f\u00eameas em uma esp\u00e9cie\u201d, provoca.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Colonialismo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ge\u00f3grafa contextualiza que o Brasil \u00e9 o principal destino da exporta\u00e7\u00e3o de pesticidas proibidos na UE. Foram 3 mil toneladas em 2023, apresenta ela, superando a quantidade dos tr\u00eas pa\u00edses que aparecem na sequ\u00eancia, Ucr\u00e2nia, Estados Unidos e R\u00fassia, que somam 2,6 mil toneladas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela critica ainda que o mercado de sementes resistentes a pragas e de agrot\u00f3xicos \u00e9 dominado por apenas quatro empresas, duas delas europeias: Basf e Bayer (ambas alem\u00e3s), a americana Corteva e a chinesa Sinochem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As quatro det\u00eam 51% do mercado de sementes e 62% do de agrot\u00f3xicos. Essa estrutura \u00e9 resultado de um hist\u00f3rico de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO capitalismo foi se organizando de uma forma em que essas empresas subordinam a renda da terra\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisadora compara esse novo tipo de colonialismo ao per\u00edodo da escravid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA gente tinha empresas europeias comercializando pessoas para serem escravizadas, em uma \u00e9poca em que, obviamente, a escraviza\u00e7\u00e3o de seres humanos era impens\u00e1vel no territ\u00f3rio europeu\u201d, relaciona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Larissa Mies Bombardi, \u201co colonialismo n\u00e3o existe sem a colonialidade\u201d. Para exemplificar, ela aponta que grandes propriet\u00e1rios concentram a maior parte da terra no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA gente nunca vai entender o uso de agrot\u00f3xicos no Brasil se a gente n\u00e3o entender a quest\u00e3o fundi\u00e1ria\u201d, afirma. \u201cIndependentemente dos governos, essa classe que monopoliza a terra no Brasil dita as regras\u201d, complementa.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/wbeqY45tvqS9PQ_OjbT9w24S6X0=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/10\/31\/_d6a8105_0.jpg?itok=1c2cRn68\" alt=\"Balsas (MA), 09\/10\/2025 \u2013 Silos para armazenamento de gr\u00e3os em fazenda de cultivo de soja vistos ao longo da rodovia MA-140. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Silos para armazenamento de gr\u00e3os em fazenda de cultivo de soja vistos ao longo da rodovia MA-140. Foto:&nbsp;Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vida fora do Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, Larissa Bombardi vive na B\u00e9lgica, onde tamb\u00e9m \u00e9 pesquisadora do Laborat\u00f3rio de Agroecologia da Universidade Livre de Bruxelas.&nbsp;<strong>Ela est\u00e1 fora do Brasil desde 2021, quando se sentiu insegura de continuar no pa\u00eds<\/strong>. Ela est\u00e1 licenciada do Departamento de Geografia da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ela, a mudan\u00e7a \u00e9 resposta a uma s\u00e9rie de amea\u00e7as recebidas ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o de um atlas, em 2019, no qual exp\u00f4s a presen\u00e7a de res\u00edduos agrot\u00f3xicos nos alimentos brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mobiliza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisadora acredita que o Brasil, como pot\u00eancia na agricultura e um dos maiores consumidores de agrot\u00f3xicos no mundo, tem capacidade para ser protagonista em esfor\u00e7os para uma regulamenta\u00e7\u00e3o internacional desses insumos agr\u00edcolas e para mais incentivo \u00e0 agricultura familiar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA gente tem que romper esse ciclo colonialista. Penso que isso se faz com o aumento da conscientiza\u00e7\u00e3o, que d\u00e1 suporte \u00e0 constru\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d, sugere.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Legisla\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aqui no Brasil, passou a valer em 2023 a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2023-2026\/2023\/lei\/l14785.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei 14.785<\/a>, conhecida como Lei dos Agrot\u00f3xicos, que estabelece crit\u00e9rios para o uso dos defensores agr\u00edcolas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A legisla\u00e7\u00e3o determina que os registros s\u00e3o feitos pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA).&nbsp;O processo conta ainda com a avalia\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica, realizada pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), vinculada ao Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 tamb\u00e9m&nbsp;avalia\u00e7\u00e3o ambiental, realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama), ligado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima. &nbsp;&nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 Ag\u00eancia Brasil, a Anvisa informou que cada pa\u00eds possui \u201cregramento pr\u00f3prio para a concess\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de registros de produtos\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O \u00f3rg\u00e3o acrescentou que, uma vez concedido o registro, o prazo de validade \u00e9 indefinido. No entanto, complementa a Anvisa, a legisla\u00e7\u00e3o prev\u00ea a rean\u00e1lise (reavalia\u00e7\u00e3o) de produtos registrados no Brasil, quando h\u00e1 alguma indica\u00e7\u00e3o de perigo ou risco \u00e0 sa\u00fade humana e ao meio ambiente ou por inefici\u00eancia agron\u00f4mica, \u201cpodendo culminar na manuten\u00e7\u00e3o de um produto, imposi\u00e7\u00e3o de restri\u00e7\u00f5es espec\u00edficas ou o seu banimento\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Anvisa informou que, desde 2006, finalizou 20 reavalia\u00e7\u00f5es. Como resultados dessas reavalia\u00e7\u00f5es foram proibidos 13 ingredientes ativos de agrot\u00f3xicos. S\u00e3o eles: carbendazim, cihexatina, carbofurano, endossilfam, forato, lindano, metamidif\u00f3s, monocrotof\u00f3s, paraquate, parationa met\u00edlica, pentaclorofenol, procloraz e triclorfom, os quais s\u00e3o insumos para centenas de produtos no mercado. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para&nbsp;seis&nbsp;dos ingredientes ativos reavaliados, ainda que os registros tenham sido mantidos, foram estabelecidas restri\u00e7\u00f5es com o objetivo de mitigar os riscos identificados (2,4-D, abamectina, acefato, forsmete, glifosato e tiram). Apenas um foi mantido sem restri\u00e7\u00f5es em seu registro (lactofem).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda de acordo com a ag\u00eancia, entre os sete ingredientes ativos priorizados para reavalia\u00e7\u00e3o na \u00faltima lista publicada pela Anvisa, um foi banido (carbendazim), quatro encontram-se com a reavalia\u00e7\u00e3o em andamento (tiofanato-met\u00edlico, epoxiconazol, procimidona e clorpirif\u00f3s) e dois aguardam o in\u00edcio da reavalia\u00e7\u00e3o (linurom e clorotalonil).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br\/<strong><em>Bruno de Freitas Moura \u2500 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dos dez agrot\u00f3xicos mais vendidos no Brasil, sete s\u00e3o proibidos na Uni\u00e3o Europeia (UE), o que n\u00e3o impede que esses<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12603,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-12602","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12602","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12602"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12602\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12604,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12602\/revisions\/12604"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12603"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12602"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12602"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12602"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}