{"id":12545,"date":"2026-07-22T08:18:42","date_gmt":"2026-07-22T12:18:42","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/?p=12545"},"modified":"2026-07-22T08:18:42","modified_gmt":"2026-07-22T12:18:42","slug":"fome-mundial-atinge-645-milhoes-de-pessoas-diz-relatorio-da-onu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/2026\/07\/22\/fome-mundial-atinge-645-milhoes-de-pessoas-diz-relatorio-da-onu\/","title":{"rendered":"Fome mundial atinge 645 milh\u00f5es de pessoas, diz relat\u00f3rio da ONU"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A popula\u00e7\u00e3o mundial em situa\u00e7\u00e3o de fome diminuiu pelo terceiro ano consecutivo e chegou, em 2025, a 645 milh\u00f5es de pessoas, representando uma redu\u00e7\u00e3o de quase 14 milh\u00f5es de pessoas que sofreram com fome em compara\u00e7\u00e3o com 2024 e 43 milh\u00f5es, em compara\u00e7\u00e3o com 2022.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1697200&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1697200&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As informa\u00e7\u00f5es constam no relat\u00f3rio <a href=\"https:\/\/openknowledge.fao.org\/server\/api\/core\/bitstreams\/f3554ac8-64ca-411a-b521-8e896d16e2e1\/content\/state-food-security-and-nutrition-2026\/executive-summary.html#gsc.tab=0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O Estado da Seguran\u00e7a Alimentar e Nutri\u00e7\u00e3o no Mundo 2026<\/a>&nbsp;(SOFI, na sigla em ingl\u00eas), elaborado por cinco institui\u00e7\u00f5es: a pr\u00f3pria FAO, o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agr\u00edcola (FIDA), a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A avalia\u00e7\u00e3o da fome global calcula que 7,8%&nbsp;da popula\u00e7\u00e3o mundial sofreu de fome em 2025. Em 2026, este \u00edndice era de 8,6%. Percentual que caiu para 8,1%, em 2024.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados foram divulgados nesta ter\u00e7a-feira (21), na sede da FAO, em Roma (It\u00e1lia), durante a 30\u00aa Sess\u00e3o do Comit\u00ea de Agricultura da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos presentes no evento, o diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, enfatizou que \u00e9 preciso avan\u00e7ar mais r\u00e1pido.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAcabar com a fome e tornar dietas saud\u00e1veis acess\u00edveis exige compromisso pol\u00edtico, investimento sustentado e pol\u00edticas que o facilitem.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Em discurso na 30\u00aa Sess\u00e3o do Comit\u00ea de Agricultura da FAO, a ministra do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar (MDA) do Brasil, Fernanda Machiaveli, destacou que a fome \u00e9 evit\u00e1vel. \u201cQuando os governos priorizam o combate \u00e0 fome, \u00e0 pobreza e \u00e0 desigualdade, \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar avan\u00e7os concretos.\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Inseguran\u00e7a alimentar&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O relat\u00f3rio global de 2026 tamb\u00e9m destaca que houve progresso global no n\u00famero de pessoas que viviam em situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar moderada ou severa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta condi\u00e7\u00e3o de extrema&nbsp;vulnerabilidade ocorre quando as pessoas consomem alimentos em quantidade insuficiente para uma vida saud\u00e1vel ou comida com menor qualidade nutricional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A FAO estima que 25,8% da popula\u00e7\u00e3o mundial (cerca de 2,1 bilh\u00f5es de pessoas) vivia em situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar moderada ou severa at\u00e9 2025. O percentual representa uma queda em rela\u00e7\u00e3o aos 27,1% em 2024 e 28,7% em 2020 \u2013 quase 86 milh\u00f5es a menos do que em 2024 e 135 milh\u00f5es a menos do que em 2020 \u2013 embora ainda esteja acima dos n\u00edveis pr\u00e9-pandemia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Disparidades continentais<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar da redu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua nos n\u00edveis da fome, a recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 desigual entre os continentes. A principal publica\u00e7\u00e3o anual sobre fome no mundo indica que, enquanto a \u00c1sia, a Am\u00e9rica Latina e o Caribe apresentam melhorias graduais nos \u00faltimos tr\u00eas anos, a <strong>\u00c1frica \u00e9, atualmente, o continente com o maior n\u00famero absoluto de pessoas famintas, em um contexto de r\u00e1pido crescimento populacional, diz a FAO. Estima-se que uma em cada cinco pessoas na \u00c1frica, ou seja, 20%&nbsp;enfrentaram a fome em 2025, o que corresponde a cerca de 309 milh\u00f5es de pessoas famintas na \u00c1frica. Em 2024, este \u00edndice foi ligeiramente maior: 20,3% da popula\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando avaliada a situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar moderada ou severa, em 2025, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o africana (56,6%) vivia nesta condi\u00e7\u00e3o, em compara\u00e7\u00e3o com 22,9% na Am\u00e9rica Latina e Caribe, 8,7% na Am\u00e9rica do Norte e Europa, e 20,3% na \u00c1sia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mais vulner\u00e1veis<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A inseguran\u00e7a alimentar tamb\u00e9m permanece maior nas \u00e1reas rurais do que nas \u00e1reas urbanas e periferias, enquanto as mulheres continuam sendo desproporcionalmente afetadas, embora a diferen\u00e7a de g\u00eanero tenha diminu\u00eddo ligeiramente em 2025.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Globalmente, apenas 62,7% das mulheres entre 15 e 49 anos atingiram a diversidade alimentar m\u00ednima priorizada no consumo saud\u00e1vel entre 2021 e 2025, o que significa que cerca de uma em cada tr\u00eas mulheres n\u00e3o a atingiu no planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>No recorte continental, a menor preval\u00eancia de transtorno de diversidade alimentar em mulheres foi observada na \u00c1frica (43%), seguida pela \u00c1sia (65%) e Am\u00e9rica Latina e Caribe (77,5%).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto a maior de diversidade alimentar foi registrada na Am\u00e9rica do Norte e Europa (79,8%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ritmo de avan\u00e7o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os avan\u00e7os globais na nutri\u00e7\u00e3o de m\u00e3es e crian\u00e7as s\u00e3o lentos e marginais, o que amea\u00e7a o cumprimento das metas internacionais estipuladas para 2030.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Apenas 30,8% das crian\u00e7as entre 6 e 23 meses no mundo consomem uma alimenta\u00e7\u00e3o minimamente diversificada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os principais indicadores de alerta est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00b7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; desnutri\u00e7\u00e3o infantil grave: 150 milh\u00f5es de crian\u00e7as menores de 5 anos ainda sofrem de atraso no crescimento;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00b7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; anemia em mulheres: o quadro de anemia entre mulheres em idade f\u00e9rtil (15 a 49 anos) est\u00e1 piorando globalmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00b7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; obesidade adulta: a preval\u00eancia cresceu de 12,1% (2012) para 16,2% (2024), descumprindo a meta global de parar esse crescimento at\u00e9 2025.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os cen\u00e1rios destacados na an\u00e1lise global com alguma evolu\u00e7\u00e3o est\u00e1 o aumento do aleitamento materno exclusivo em todas as regi\u00f5es do planeta para as quais h\u00e1 dados dispon\u00edveis e houve registro da diminui\u00e7\u00e3o da preval\u00eancia do retardo infantil na \u00c1frica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Custo da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O relat\u00f3rio ressalta que os custos continuam sendo um grande desafio para alcan\u00e7ar o <a href=\"https:\/\/brasil.un.org\/pt-br\/sdgs\/2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Objetivo de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel n\u00famero 2<\/a>&nbsp;de, at\u00e9 2030, erradicar a fome, alcan\u00e7ar a seguran\u00e7a alimentar e melhorar a nutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O n\u00famero de pessoas que n\u00e3o podem pagar uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel no mundo caiu de 2,97 bilh\u00f5es (37,4% da popula\u00e7\u00e3o mundial) em 2021 para 2,69 bilh\u00f5es (32,7%) em 2025.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cen\u00e1rio \u00e9 pior na \u00c1frica de 2025, onde 66,6% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o podia arcar com os custos de uma dieta saud\u00e1vel. <strong>O percentual \u00e9 mais do que o dobro da \u00c1sia, Am\u00e9rica Latina e Caribe.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para calcular este n\u00famero, a FAO-ONU adota a Paridade do Poder de Compra (PPC) &#8211; em ingl\u00eas, <em>purchasing power parity <\/em>(PPP), que converte as moedas locais para o d\u00f3lar ajustando as diferen\u00e7as de custo de vida e ainda considera vari\u00e1veis como tamanho da popula\u00e7\u00e3o, perfil de renda e custo m\u00e9dio de uma cesta de alimentos saud\u00e1vel. Desta forma, a unidade de medida usada consegue comparar o poder aquisitivo entre pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por essa metodologia, em 2025, o custo m\u00e9dio de uma dieta saud\u00e1vel no mundo aumentou para U$ 4,28 com paridade de poder de compra (PPP) por pessoa e dia, acima de US$ 3,44 PPP, em 2021, e US$2,94, em 2017. Am\u00e9rica Latina e Caribe registraram o maior custo (US$ 4,91 PPP).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A avalia\u00e7\u00e3o destaca que \u00e9 urgente enfrentar os fatores estruturais por tr\u00e1s do custo persistentemente elevado de uma dieta saud\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para os organismos internacionais que elaboraram o SOFI 2026, reduzir o custo de uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel exige pol\u00edticas espec\u00edficas que ampliem a oferta de alimentos nutritivos e, ao mesmo tempo, reduzam os custos estruturais em toda a cadeia produtiva da agricultura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cIsso inclui investimentos em infraestrutura, pesquisa e desenvolvimento, irriga\u00e7\u00e3o e cadeias de frio, al\u00e9m de reformas em subs\u00eddios, facilita\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio e marcos regulat\u00f3rios\u201d, diz o texto do relat\u00f3rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ministra destacou que o trabalho ainda est\u00e1 longe de ser conclu\u00eddo, mas que os governos podem mudar a realidade de quase um ter\u00e7o da humanidade que ainda n\u00e3o conseguir acesso a uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO custo dos alimentos saud\u00e1veis continua sendo um dos maiores obst\u00e1culos para a efetiva\u00e7\u00e3o do direito humano \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o adequada. A contribui\u00e7\u00e3o mais importante desta edi\u00e7\u00e3o do SOFI \u00e9 ir al\u00e9m da descri\u00e7\u00e3o do problema. O relat\u00f3rio nos ajuda a compreender por que as dietas saud\u00e1veis continuam sendo caras\u201d, pontuou a ministra.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fernanda Machiaveli focou na instabilidade dos pre\u00e7os dos alimentos, que&nbsp;continua sendo uma das maiores amea\u00e7as ao acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, especialmente para as popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perspectivas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O relat\u00f3rio anual tamb\u00e9m oferece proje\u00e7\u00f5es do cen\u00e1rio da fome global para os pr\u00f3ximos cinco anos e considera fatores que podem agravar a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Entre os mais destacados est\u00e3o os efeitos do conflito no Oriente M\u00e9dio e de eventos clim\u00e1ticos extremos, como o <em>El Ni\u00f1o<\/em> em 2026 e 2027, que n\u00e3o s\u00e3o considerados nessas proje\u00e7\u00f5es e podem intensificar ainda mais esses efeitos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro aspecto levantado foi a redu\u00e7\u00e3o da ajuda oficial de governos ao desenvolvimento e do financiamento humanit\u00e1rio, que podem comprometer o progresso alcan\u00e7ado no combate \u00e0 fome no mundo nos \u00faltimos anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diretor-geral da FAO, QU Dongyu, priorizou a necessidade de fortalecer os sistemas agroalimentares de todas as partes do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Crises recentes \u2013 desde desastres naturais como a pandemia da doen\u00e7a do coronav\u00edrus (covid-19) at\u00e9 desastres causados pelo homem, como a guerra na Ucr\u00e2nia, a crise de Gaza e a recente interrup\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego no Estreito de Ormuz \u2013 evidenciaram tanto a resili\u00eancia dos sistemas agroalimentares quanto a necessidade de fortalec\u00ea-los ainda mais para melhor servir \u00e0s pessoas mais vulner\u00e1veis do mundo, agricultores e consumidores\u201d, concluiu.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A popula\u00e7\u00e3o mundial em situa\u00e7\u00e3o de fome diminuiu pelo terceiro ano consecutivo e chegou, em 2025, a 645 milh\u00f5es de<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12546,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-12545","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12545"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12545\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12547,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12545\/revisions\/12547"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloalvorada.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}